domingo, 11 de novembro de 2018

Conheça os "irmãos Wayans", famosa família de atores de Hollywood

Famílias em que vários ou todos possuem talento para desempenhar uma mesma função são especiais e hoje você vai conhecer uma família de irmãos atores que conquistou muito sucesso em Hollywood, estamos falando dos "irmãos Wayans".

Os "irmãos Wayans"

Talvez você nunca tenha ouvido falar dos "irmãos Wayans" ou não se lembre, mas com certeza já viu pelo menos um deles por aí na tv ou em filmes, os "irmãos Wayans" é formado pelos atores Keenen Ivory Wayans, Shawn Wayans, Marlon Wayans e Damon Wayans, o mais famoso de todos. Conheça abaixo cada um deles:

Keenen Ivory Wayans

Keenen Ivory Wayans

Keenen Ivory Wayans é o mais velho dos famosos "irmãos Wayans", nasceu em 8 de junho de 1958, em Nova York, ele, além de ator, é comediante e diretor, é mais famoso por ter criado a famosa série de televisão In Living Color, que fez sucesso na década de 1990, a também muito bem sucedida série de filmes de comédia Scary Movie(Todo Mundo em Pânico) e também o filme O Pequenino.

Shawn Wayans

Shawn Wayans

Shawn Wayans nasceu em 19 de janeiro de 1971, em Nova York, assim como os irmãos é comediante, é mais conhecido por ter participado de produções de sucesso ao lado de seus irmãos, como na série In Living Color, nos filmes Todo Mundo em Pânico 1 e 2, As Branquelas e em O Pequenino.

Marlon Wayans

Marlon Wayans

Marlon Wayans é famoso por, assim como os irmãos, ter participado da série In Living Color, e de filmes de comédia como Todo Mundo em Pânico 1 e 2, O Pequenino e Inatividade Paranormal 1 e 2.

Damon Wayans

Damon Wayans

Damon Wayans é o mais famoso dos "irmãos Wayans", ele é conhecido por estrelar a famosa série de tv Eu, a Patroa e as Crianças, fez também In Living Color e Máquina Mortífera. Nasceu em 4 de setembro de 1960, em Nova York.

A famosa "família Wayans" é formada também pela atriz Kim Wayans, que é menos conhecida que os irmãos, no total são dez irmãos, mas nem todos são atores.

A "família Wayans" criou a sua própria produtora, a Wayans Bros.

sábado, 10 de novembro de 2018

O especialista em cobras que foi picado e registrou os sintomas até a morte

Já pensou se você fosse mordido por uma cobra, o que você faria? Provavelmente procuraria um hospital imediatamente. Mas não foi isso que fez um famoso especialista em repteis e anfíbios. Karl Patterson Schmidt era um herpetologista, especialista em anfíbios e répteis, e trabalhava no Museu de História Natural da cidade de Chicago, nos Estados Unidos, ele recebeu uma cobra de aproximadamente 76 centímetros de espécie não identificada.

Karl Patterson Schmidt registrou em diário os sintomas da picada da cobra até a morte

Schmidt era um reconhecido especialista em cobras, de grande prestígio na área, e era tão bom em identificar espécies que chegou a batizar dezenas delas.

Em 25 de setembro o pesquisador registrou que a cobra era de origem africana, que estava coberta com padrões de cores vivas e que tinha um formato de cabeça semelhante a de uma boomslang, um tipo de cobra venenosa que vive na África sub-saariana.

O herpetologista, no entanto, tinha dúvidas sobre se se tratava mesmo de uma boomslang, uma vez que, como escreveu em seu diário, a "placa anal da cobra não estava dividida".

A  cobra que picou Karl Patterson era uma boomslang

O que ele fez em seguida acabaria lhe custando a vida: ergueu a cobra para examiná-la mais detalhadamente.

Enquanto a observava, impressionado com as características incomuns que via, acabou picado no polegar esquerdo.

O animal o deixou dois furos no dedo, sangrando, com três milímetros de profundidade.

Schmidt começou a chupar a ferida e em vez de procurar atendimento médico, voltou ao diário de anotações e começou a registrar os efeitos do veneno sobre ele. Vinte e quatro horas depois, estaria morto.

Uma das hipóteses levantadas na época é que Schmidt não acreditava que a mordida da cobra seria fatal.

Ele pegou o trem para casa e continuou registrando no diário os efeitos que observava e sentia:

O último dia

"16h30 - 17h30 Forte enjoo, mas sem vômitos." Viagem para Homewood em um trem suburbano.

17h30 - 18h30 Muito frio e tremores, seguidos por uma febre de 38,7ºC. Sangramento das membranas mucosas na boca começou por volta das 17:30, aparentemente principalmente na gengiva.

18h30 Comi duas torradas.

21h00 às 12h20 Dormi bem. Urinei às 12:20 da manhã, principalmente sangue, mas uma pequena quantidade. Tomei um copo d'água às 4:30 da manhã, seguido de enjoo e vômitos violentos, sendo que o conteúdo do estômago era o jantar não digerido. Me senti muito melhor e dormi até as 6h30 da manhã. ".

Depois de acordar, Schmidt continuou sua manhã como de costume. Tomou café da manhã e seguiu registrando no diário suas reações ao veneno.

"26 de setembro, 6h30 da manhã. Temperatura 36.8ºC. Comi cereais e ovos cozidos sobre torradas, molho de maçã e café no desjejum. Não há urina, mas cerca de 30 ml de sangue a cada três horas. A boca e o nariz continuam sangrando, não excessivamente".

"Excessivamente" foi a última palavra que escreveu.

Depois do almoço, por volta das 13h30, ele vomitou e ligou para a esposa. Quando a ajuda chegou, Schmidt estava inconsciente e seu corpo estava coberto de suor.

Um médico tentou reanimá-lo até chegarem ao hospital. Às 15h, ele foi declarado morto devido à "paralisia respiratória".

O veneno

O veneno da boomslang age rapidamente. Apenas 0,0006 miligramas podem matar uma ave em minutos.

O veneno causa coagulação intravascular disseminada, fazendo com que as vítimas sangrem até a morte.

Segundo o relatório da autópsia de Schmidt, pulmões, olhos, coração, rins e o cérebro dele estavam sangrando.

O jornal Chicago Daily Tribune informou que Schmidt foi aconselhado a procurar ajuda médica algumas horas antes de morrer. Mas recusou, dizendo: "Não, isso alteraria os sintomas".

Alguns acreditam que a morte de Schmidt foi um caso de "a curiosidade matou o cientista".

Outros, no entanto, ressaltam que, sendo especialista em herpetologia, Schmidt certamente sabia que o antídoto para o veneno da boomslang só estava disponível na África. Em outras palavras, existe a possibilidade de ele simplesmente ter aceitado a própria morte.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Daveigh Chase, a macabra Samara Morgan de O Chamado

Daveigh Chase é uma atriz americana, famosa por ter interpretado a tenebrosa e macabra Samara Morgan no filme O Chamado, de 2002. Quando interpretou Samara Morgan, Daveigh Chase tinha apenas 12 anos. Ela nasceu em 24 de julho de 1990, em Las Vegas, no estado de Nevada.

Daveigh Chase, a Samara Morgan de O Chamado,
 quem diria que a Samara fosse tão linda, né?
A macabra Samara Morgan, personagem interpretada por Daveigh Chase em O Chamado

Ela também é quem dá a voz original da famosa personagem de desenho animado Lilo, de Lilo & Stitch. Ela também é cantora. Além de O Chamado outro filme em que atuou foi em Beethoven 5.

Daveigh Chase

Mas ela tem se envolvido em confusão nos últimos tempos, em fevereiro de 2017 ela deixou um rapaz morto por overdose na porta de um hospital em Los Angeles e fugiu. Depois, ainda em 2017, foi presa após ser flagrada em um carro roubado com um amigo, teve fiança estipulada em U$$ 25 mil dólares.

A pequena Samara Morgan(Daveigh Chase), em O Chamado
Daveigh Chase tem se envolvido em confusão envolvendo a polícia

E os casos envolvendo a polícia não pararam por aí, já em agosto de 2018 ela foi presa novamente, dessa vez por apenas 2 horas, por estar com posse de uma droga controlada, ela foi liberada após pagar fiança de U$$ 1 mil dólares.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Jovem morre na Austrália 8 anos depois de comer lesma e ter o corpo paralisado

O ex-jogador de rúgbi Sam Ballard, de 28 anos, morreu na sexta-feira (2) vítima de um verme que contraiu há oito anos após comer uma lesma durante uma aposta com amigos em Sidney, na Austrália. Uma doença causada pelo parasita deixou quase todo o corpo do jovem paralisado durante esse tempo.

Sam Ballard, após comer uma lesma contraiu doença que o deixou paralisado e acabou o matando

De acordo com depoimentos dados à imprensa australiana, Ballard bebia vinho em um encontro com os amigos quando o grupo percebeu uma lesma passar pelo chão do terraço onde estavam. Provocado pelos companheiros, o jovem, à época com 19 anos, engoliu o animal vivo.

Somente dias depois, Ballard começou a se sentir mal. Primeiro, dores nas pernas. Ele e a família, então, procuraram um médico – suspeitava-se de esclerose múltipla, doença que acometeu o pai do rapaz.

Mas diagnóstico mostrou que Ballard contraiu meningite eosinofílica, uma das doenças causadas pelo verme Angiostrongylus cantonensis. Lesmas e caramujos são hospedeiros naturais desse parasita, que, muitas vezes, é contraído após esses moluscos consumirem fezes de rato.

A maioria dos casos não evolui para complicações. Em Ballard, porém, a doença o deixou em coma por 420 dias. Quando acordou, todo o corpo estava paralisado.

A história ganhou páginas de jornais australianos e espaço em programas de TV do país, mostrando os cuidados da mãe, Katie, com o jovem paralisado. Ballard perdoou os amigos que o provocaram a engolir a lesma, e eles continuaram a fazer parte do dia-a-dia do ex-jorgador de rúgbi.

Segundo relato da jornalista Lisa Wilkinson, apresentadora de um programa de televisão que retratou a vida de Ballard, o rapaz passou os últimos dias de vida cercado pelos amigos e da mãe.

Fonte: G1

Será? Cientistas dizem que objeto interestelar pode ter sido enviado à Terra por alienígenas

Cientistas do Centro de Astrofísica de Harvard acreditam que o asteroide ‘Oumuamua’, objeto interestelar descoberto no ano passado no Havaí, pode ter sido enviado à Terra por alienígenas. Eles levantaram a hipótese em artigo publicado na quinta-feira (1), quando tentavam explicar a aceleração do objeto.

Os astrofísicos admitiram a possibilidade de que a rota do Oumuamua tenha sido direcionada, e não aleatória. “Pode ser uma sonda totalmente operacional enviada intencionalmente para as proximidades da Terra por uma civilização alienígena”, dizem.

O asteroide ‘Oumuamua’ pode ser uma nave alienígena, segundo cientistas

A possibilidade da sonda direcionada por extraterrestres explica uma discrepância na frequência com que o objeto é visto, explica Renato Vicente, físico e vice-presidente do Instituto Principia, em São Paulo.

“O fato de a gente ter visto o objeto significa que a produção deles é muito mais frequente do que a gente achava que era. Ao longo do período de tempo que estamos observando, que é curto, a produção deveria ser, no mínimo, 100 vezes maior para conseguirmos ver um. Isso pode significar três coisas: a primeira é que a teoria de produção deles que nós usamos, baseada no nosso sistema solar, está errada. A segunda é que demos muita sorte de ver um. A terceira possibilidade é que é um objeto artificial, produzido por alienígenas, o que é compatível”, diz.

Vicente faz, no entanto, algumas ressalvas. “A explicação do objeto artificial parece fácil, mas não é. Envolve uma história anterior. Para ter uma civilização capaz disso, é preciso assumir que existe essa evolução numa sociedade, com a capacidade de fazer viagens interestelares. E a gente tenta assumir a menor quantidade de coisas possível”, lembra.

Na pesquisa, os astrofísicos de Harvard discutiram a possibilidade de que a pressão da radiação solar poderia estar por trás da aceleração do Oumuamua. Se esse for o caso, então o objeto “representa uma nova classe de material interestelar fino, ou produzido naturalmente, ou de origem artificial”, afirmam Abraham Loeb e Shmuel Bialy, autores do estudo.

Segundo eles, o Oumuamua tem um formato de panqueca.

“Considerando uma origem artificial, uma possibilidade é de que o ‘Oumuamua’ seja uma vela solar, flutuando no espaço interestelar como detrito de um equipamento tecnológico avançado", explicam os pesquisadores.

A tecnologia de vela solar pode ser utilizada para transporte de cargas entre planetas ou entre estrelas, conforme afirmam os cientistas. No primeiro caso, lançamentos dinâmicos vindos de um sistema planetário poderiam resultar em detritos de equipamentos que não estão mais em operação. Isso, dizem os pesquisadores, poderia explicar várias anomalias do ‘Oumuamua’, como a geometria pouco comum.

"Velas solares com dimensões parecidas já foram construídas pela nossa civilização, incluindo o projeto Ikaros [no Japão], e a Iniciativa Starshot”, lembram.

A vela solar é o que faria o objeto continuar acelerando em sua trajetória mesmo depois de passar pelo Sol, explica Renato Vicente.

Gif da Nasa com o movimento do Oumuamua. — Foto: Nasa

“O objeto vem de fora do Sistema Solar. É como se fosse passar direto pelo Sol, mas o efeito gravitacional faz com que faça uma trajetória em volta do Sol. Conforme se aproxima do Sol, ele dá uma acelerada conforme perde massa no sentido oposto. O problema é que, quando está indo embora dessa trajetória, começa a perder massa no mesmo sentido, então você espera que ele desacelere. Em vez disso, acelera. A gente não conhece nenhum mecanismo natural que faça isso. Um mecanismo artificial é a vela”, diz.

Segundo a CNN, vários telescópios focaram no objeto por três noites para determinar o que ele era antes que se perdesse de vista.

“Nós tivemos muita sorte de que o nosso telescópio de levantamento do céu estava olhando para o lugar certo na hora certa para capturar esse momento histórico”, afirmou o oficial da Nasa Lindley Johnson no ano passado.

Fonte: G1
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